Custo, em R$, da baixa saúde emocional na sua empresa.

Muitos gestores não estão gostando de ter que investir, “gastar dinheiro”, com programas de Saúde Emocional.

Isso não era uma demanda com a qual a empresa se preocupava de forma corporativa. Buscar um terapeuta ou um médico era responsabilidade exclusiva do colaborador. A empresa se sentia satisfeita que oferecer um plano de saúde que cobrisse tais atendimentos.

O que esta pandemia está trazendo a tona é que a empresa tem um prejuízo enorme pela baixa saúde emocional dos colaboradores.

Em um primeiro nível, só com afastamentos, o custo é alto. Se um colaborador tem um salário de R$3.000,-- ele custa para a empresa algo em torno de R$5.800,-- . Ou seja, mesmo que o INSS cubra uma parte, a empresa segue pagando o custo de um profissional e ele simplesmente não está trabalhando para a empresa.

Além deste custo, a falta do profissional impacta os demais membros da equipe. Sobrecarrega os demais. Se considerarmos a perda de produtividade que os colegas do afastado tem por ter que dar conta de mais trabalho, digamos, 20%, já são mais R$1.060,00 por mês de custo (digamos que seja alguém de salário similar).

E se a empresa tiver que contratar um substituto, pagará, além dos R$5800,00 mensais, os custos de contratação e treinamento.

Só até aqui, o custo passou de R$10.000,00 / mês com um único colaborador afastado.

Quando é um acidente, ou um afastamento temporário, a empresa até arca com o custo. Mas e se o afastamento é por ansiedade, depressão ou outros temas da saúde emocional?

Estes tratamentos não são rápidos e não há como acelerar o processo.

No caso da saúde emocional, também não dá para garantir que trocar o colaborador resolva, pois o Brasil é líder em distúrbios mentais. Nada garante que o novo profissional não vá “pifar” em poucos meses, ainda mais se parte do problema for o clima da empresa.

Além disso, muitos colaboradores não chegam a ser afastados, mas estão sim sofrendo de distúrbios sérios e mais, distúrbios invisíveis. Distimia, TOC, Panico, Bipolaridade... tudo isso fica oculto porque o profissional tenta não mostrar (as vezes até nem sabe), mas afeta muito a produtividade.

Sua empresa pode muito bem estar pagando por um profissional 100% e recebendo 70%, 50% ou até 30% do que ele poderia render se estivesse saudável emocionalmente.

Agora façamos as contas. Quantos reais você já está gastando com a baixa saúde emocional dos seus colaboradores.

O mais importante é que, se você cuidar da saúde emocional corporativa, de forma séria e planejada, não só “mandando todo mundo para o psicólogo”, você reduz este custo que falei acima, mas você aumenta muito os lucros e a produtividade de cada colaborador.

Para isso, é só deixar de tentar cuidar de Saúde Emocional com soluções paliativas.

Veja mais no canal Saúde Emocional nas Empresas. https://www.youtube.com/channel/UCntmnQjA0tc6DvXKMDW1Mhg/

Siga, comente, questione!

Até o próximo texto

Grande abraço

Heitor G. Fagundes

Psicoterapeuta

Consultor de Saúde emocional






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