Distimia e o impacto no trabalho.


Já conheceu alguém que parece que está sempre sofrendo, desiludido com a vida, que até faz o que precisa fazer, mas sem ânimo, sem alegria ou disposição genuínas?

Se isso perdura por mais de 2 anos em adultos (ou 1 ano em crianças ou adolescentes), estas pessoas podem sofrer de Distimia.

Distimia reflete um estado depressivo de longa duração, o que às vezes dificulta o diagnóstico, pois a pessoa acredita que “é assim”. Muitas vezes este estado começou na adolescência ou início da vida adulta e isso contribui para que a pessoa não busque ajuda.

Outros sintomas são:

o Apetite diminuído ou aumentado

o Insônia ou hipersonia

o Baixa energia ou fadiga

o Baixa autoestima

o Sensualidade inapropriada

o Fibromialgia

o Dificuldade em tomar decisões

o Pessimismo permanente

o Baixa capacidade de se concentrar

o Exageros sobre seu sofrimento

o Sentimento de desesperança

Os sintomas causam problemas significativos no trabalho e em outras áreas importantes de funcionamento da vida.

Mas o que quero trazer à tona neste texto é que existem pessoas com Distimia em todos os níveis hierárquicos das empresas.

Quando o indivíduo é do nível operacional, ela não só desempenha muito abaixo do que poderia como também afeta os demais. É alguém que deixa o clima do setor num estado de pessimismo, de falta de ânimo. Ainda que ninguém fale nada, todos notam que a pessoa não está bem e isso tem um efeito importante na produtividade de todos.

Mas o mais crítico é quando o distímico tem um cargo de gestão de pessoas. Toda necessidade de mudança por questões externas ou mesmo inovações que o time traga são recebidos por um gestor desanimado, pessimista. A tendência é que isso afete a capacidade de produzir inovação de toda a equipe que ele coordena. Quando mais alto ele estiver, maior o impacto.

Já imaginou como sua empresa pode estar pagando caro por profissionais que poderiam estar desempenhando com uma disposição totalmente diferente?

Digo isso pois a Distimia já é estudada há muito tempo e tem tratamento. Com ajuda médica e psicoterapêutica, o profissional passa a ver a vida com outros olhos e encontra no trabalho um local de satisfação e alegria.

Veja mais no canal Saúde Emocional nas Empresas. https://www.youtube.com/channel/UCntmnQjA0tc6DvXKMDW1Mhg/

Siga, comente, questione!

Até o próximo texto

Grande abraço

Heitor G. Fagundes

Psicoterapeuta

Consultor de Saúde emocional

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©2020 by Heitor G. Fagundes. 

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