Mapeamento de saúde emocional – passo 2

Atualizado: Jul 1

Uma vez que você decidiu fazer um mapeamento da saúde emocional na sua empresa, é importante escolher uma ferramenta que realmente traga resultados.

Para isso é fundamental que você consiga a participação e o engajamento das pessoas assim e ao final, dados que te ajudem a tomar decisões de gestão adequadas.

Neste sentido, coloco aqui três características que você deve atentar

1. Como a ferramenta ajuda no engajamento das pessoas

A boa notícia é que atualmente as pessoas estão ávidas por saber mais a respeito de sua saúde emocional. Assim, a receptividade a testes e questionários aumentou.

Para garantir o engajamento, é fundamental que o colaborador saiba que seus dados pessoais não serão informados à empresa (já comentei no texto do passo 1) mas há um fator a mais.

A pessoa deve receber o seu resultado individual.

Ao saber que receberá tal retorno, a tendência dela responder aumenta muito. Além disso, só de saber se possui algum diagnóstico potencial é um “aviso” para que procure confirmar com um médico, ela já começa a se cuidar. A empresa já tem um ganho automático aí.

2. A amplitude do mapeamento.

Outro ponto importante é que muitos testes ficam apenas nos diagnósticos mais comuns (Ansiedade, Depressão e Burnout).

Mas os quadros de Saúde Emocional são muito mais amplos. Coloco aqui uma lista com 19 possibilidades:

· Depressão maior

· Hipomania no transtorno bipolar

· Distimia

· Ansiedade generalizada

· Pânico

· TOC

· Transtorno do estresse pós-traumático –

· Transtorno de Burnout

· Ciclotimia

· Agorafobia

· Fobia social

· Fobia específica

· Transtorno do estresse agudo

· Transtorno de adaptação

· Anorexia nervosa

· Bulimia nervosa

· Comer compulsivo

· Transtorno de abuso de substâncias

· Mania no transtorno bipolar

Mesmo que não seja uma condição que afete um grande % da empresa, um mapeamento mais amplo aumenta a sua possibilidade de cuidar dos colaboradores, ou melhor, que eles busquem cuidado.

Quando eles fazem isso por conta própria a empresa passa a ter um ganho direto pois passa a ter um colaborador mais disposto e saudável.

3. Relatórios corporativos

Mesmo que você consiga o engajamento e bons diagnósticos, é importante que você tenha relatórios que te ajudem a tomar decisões gerenciais.

Por exemplo

Qual a diferença ou as semelhanças entre os diagnósticos identificados na unidade A ou na unidade B da empresa.

O diagnóstico de ansiedade ocorre mais na gestão ou na produção?

O time administrativo está apresentando mais qual tipo de diagnóstico. E o time de gestores?

Somente assim é possível direcionar os investimentos e as ações de prevenção de forma mais efetiva e eficaz.

No próximo texto eu vou contar um pouco mais sobre os relatórios e o seu uso na gestão de saúde emocional.

Veja mais no vídeo no Youtube:

https://youtu.be/_pxDz4RmC_4

Siga, comente, questione!

Até o próximo texto

Grande abraço

Heitor G. Fagundes

Psicoterapeuta e Consultor de Saude emocional




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