Relacionamento interpessoal e produtividade.

Neste momento no qual estamos vivendo muitas transformações acontecem no que se refere ao modo de nos relacionarmos no trabalho.

A primeira coisa a admitir é que o ambiente profissional é repleto de relacionamentos. Provavelmente é o local no qual mais tempo passamos nos relacionando.

Por isso é fácil deduzir que a forma com a qual nos relacionamos tem uma relação direta com a produtividade. Ao aceitarmos que temos uma enorme quantidade de relacionamentos interpessoais no trabalho, podemos destravar um enorme potencial de produtividade.

Você poderia dizer, sempre foi assim, o que mudou?

Em primeiro lugar, por muito tempo tentou-se “procedimentarizar” o comportamento. Os manuais de procedimento, códigos de conduta, planos de negócio, documentos de planejamento estratégico e metas, tudo que as pessoas precisavam fazer estava escrito, determinado em algum documento.

Mas atualmente, novas gerações de profissionais estão lidando com temas com os quais não há manual que resolva. A impermanência do mundo (que muda completamente sem nos avisar), a necessidade de focar no que está acontecendo hoje, neste instante, como forma de conseguir se manter produtivo, potenciais de criatividade e flexibilidade que nunca foram tão exigidos e, principalmente, sermos capazes de trabalhar em times, ou seja, nos relacionarmos de forma produtiva.

O grande desafio vem deste novo cenário. Já é difícil absorver tantas mudanças no cenário externo. Está difícil para o emocional, principalmente dos gestores formados com o modelo mental das regras e metas, entender o mundo. E agora ainda vem a necessidade de interagir com alguém que está na mesma situação difícil e não sabe também o que fazer.

Como sair desta enrascada?

O caminho que proponho tem dois passos.

O primeiro é aprender a lidar com seu próprio emocional. Conhecer suas emoções, suas reatividades, os momentos que você sai do centro e como faz mal a si mesmo quando não reconhece o impacto do seu emocional na sua vida.

A partir daí é possível usar este conhecimento sobre si, para desenvolver uma empatia genuína pelos demais.

Alguns podem achar “Ah... vou ficar, mole, sensível demais.” Mas a experiência mostra que não é assim. Quem cumpriu o primeiro passo e conhece seu emocional, aumenta a objetividade (não diminui) e o faz aumentando a capacidade de lidar e orientar quem precisa ser orientado.

Com mais empatia, clareza e menos reatividade emocional, a produtividade cresce a níveis muito maiores do que você está entregando hoje, e com muito mais tranquilidade interna e saúde.

Não é um caminho fácil. Vai exigir coragem de mergulhar em si mesmo, mas se você leu até aqui, talvez tenha uma parte sua que está desejando este mergulho.

Tem mais no vídeo que fiz a respeito no Youtube : https://youtu.be/2gvH0mNNbQY

Grande abraço

Heitor G. Fagundes

Psicoterapeuta



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©2020 by Heitor G. Fagundes. 

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